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UFMG realiza diagnóstico do envelhecimento LGBT+

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Pojeto ‘Longeviver LGBT+’, parceria da UFMG com a PBH, quer entender como é envelhecer sendo pessoa LGBT+.

O que significa ser uma pessoa idosa LGBT+? Que desafios, questões, angústias, sensações, necessidades têm mulheres lésbicas, homens gays, travestis, pessoas trans e outras identidades de gênero e sexualidade dissidentes com mais de 60 anos? Que forma de discriminação experimentam, por serem idosas e por serem LGBT+? O projeto Longeviver LGBT+, fruto da parceria entre o Diverso UFMG – Núcleo Jurídico de Diversidade Sexual e de Gênero e a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, visa traçar um diagnóstico do envelhecimento da população LGBT+.

O projeto se justifica pelo cruzamento de experiências da velhice e da vivência de identidades de gênero e sexualidades dissidentes. O ponto de partida são as conhecidas formas de violência contra a população idosa. O abandono financeiro ou a exploração econômica, a violência física, a violência psicológica, a violência conjugal, a violência sexual, o abandono e negligência, a autonegligência e o isolamento social figuram entre as formas mais comuns de violações de diretos. 

Nesse contexto, o projeto compreende uma série de ações articuladas com vistas a um diagnóstico situacional, orientado por pesquisa de opinião pública. Serão aplicados questionários on-line, para uma percepção aproximativa das grandes demandas, e aprofundamentos em entrevistas e observação de realidades. A ideia é promover uma aproximação entre o Estado e a sociedade, possibilitando uma melhor qualificação dos serviços públicos em todas as suas fases (formulação, implementação, monitoramento e avaliação). 

Além disso, o projeto permite inovar, ao compreender de maneira mais adequada as necessidades, percepções e avaliações dos cidadãos-usuários sobre os serviços ofertados no município, bem como outros aspectos relevantes de suas vidas que deveriam ser considerados pelo poder público quando da construção de novas políticas públicas.