Pular para o conteúdo

Vereadores de OP solicitam implantação de sala de perícia provisória no município

Share on whatsapp
WhatsApp
Share on telegram
Telegram
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on email
Email

Foi solicitado à prefeitura o uso de uma parte da antiga UPA, no bairro São Cristóvão, para servir, temporariamente, como apoio à sala do IML.

Durante a 30ª Reunião Ordinária de Ouro Preto foi aprovada a Indicação Nº 183/2022, de autoria dos vereadores Luiz Gonzaga do Morro (PL), Naércio Ferreira (Republicanos) e Vantuir (PSDB), solicitando a implementação de uma sala de perícia e sala de custódia no local onde futuramente funcionará uma unidade do Instituto Médico Legal (IML) em Ouro Preto.

De acordo com o vereador Naércio Ferreira, após reunião com representantes da Delegacia de Polícia Civil, foi solicitado à Prefeitura o uso de uma parte da antiga UPA, no bairro São Cristóvão, para servir, temporariamente, como apoio à sala do IML, junto à perícia científica. “Sabemos que é uma demanda que vem de muito tempo. Será uma devolutiva positiva ao povo ouro-pretano, porque quando acontece um acidente, demora-se muito tempo para que se faça a perícia médica. Nesses moldes, pedimos ao nosso prefeito que viabilize rapidamente essa sala, com todas disponibilidades”, disse.

Segundo o vereador Vantuir, em um primeiro momento, ceder o espaço da UPA facilitará o trabalho de perícia, evitando transtornos para as famílias. “Quando alguém vem a falecer, muitas das vezes tem que levar para Itabirito. Às vezes a perícia vem de Belo Horizonte, Ponte Nova, e a pessoa que é da nossa região tem que ir para outra cidade para ser periciada e o corpo ser liberado, dando um transtorno muito grande pra família”, apontou.

Para o vereador Luiz Gonzaga do Morro, presidente da Casa Legislativa, Ouro Preto deve dispor de um espaço apropriado para a perícia da polícia civil atuar, tendo em vista que esta é uma demanda recorrente no município. “Até que seja construída a nova Delegacia de Polícia Civil, sendo incluídos o IML e também a Delegacia da Mulher, é necessário que a gente tenha à disposição um espaço para que as perícias sejam feitas”, destacou.

Nesse sentido, durante a Reunião, foi aprovada também a Representação Nº 151/2022, de autoria da vereadora Lilian França (PDT), solicitando que o IML de Minas Gerais informe acerca do motivo na demora da liberação de laudos médicos. De acordo com a vereadora, o atraso na liberação dos laudos é prejudicial tanto para a família, quanto para a polícia, uma vez que estes aguardam a liberação do corpo para prosseguir com as investigações.