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BH completa vacinação da população adulta e convoca quem ainda não se imunizou

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Todas as pessoas com mais de 18 anos foram convocadas para receber a segunda dose ou única.

Primeiro dia da campanha estadual do Dia D de Vacinação Contra o Sarampo no Rio de Janeiro, caminhão itinerante da Secretaria Estadual de Saúde

Belo Horizonte encerrou a vacinação da segunda dose e dose única contra a COVID-19 em todos os moradores adultos da capital mineira. De acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), a última faixa etária a ser convocada para completar a imunização são os jovens de 23 anos, que tomaram a vacina da Astrazeneca, e puderam tomar a segunda dose do imunizante nesta semana, nos postos da capital. O público abaixo dessa idade, até 18 anos, recebeu a segunda dose da Coronavac, uma vez que o intervalo entre a primeira e a segunda dose com o imunizante do Instituto Butantan é menor.

A capital completou a oferta de vacina para a população com mais de 18 anos, mas alguns ainda podem estar atrasados. Segundo boletim da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Bahia, até 25 de outubro, 134 mil moradores da capital estavam com mais de 15 dias de atraso na aplicação da segunda dose da vacina. Em todo o país, mais de 14 milhões de brasileiros estavam com a segunda dose da vacina contra a COVID-19 atrasada por mais de 15 dias. As análises foram realizadas com dados individuais anônimos fornecidos pela Campanha Nacional de Vacinação contra Covid-19, do Ministério da Saúde.

Os pesquisadores atribuem esse resultado a alguns fatores: atrasos da segunda dose; demora para registro e envio dos dados para a base do Ministério; esgotamento e sobrecarga das equipes de gestão, vigilância e atenção à saúde; disseminação de notícias falsas sobre a imunização; falta de estoque de reserva de imunizantes e mortalidade, dentre outros. “É necessária uma análise cuidadosa por parte dos gestores locais de saúde para identificar localmente as mais prováveis causas do atraso. Este diagnóstico será útil para orientar as ações de estímulo à população para completar o esquema vacinal”, alertam os cientistas, em texto publicado na segunda edição do Boletim VigiVac da Fiocruz Bahia.

Em nota, a Prefeitura de Belo Horizonte informou que, de acordo com o Ministério da Saúde, para a aplicação da segunda dose não é obrigatória a apresentação do comprovante de residência. Portanto, uma pessoa pode ter tomado a primeira dose em Belo Horizonte e ter  concluído o esquema vacinal em outro município. A PBH reforça que, no caso dos jovens de 23 anos, é necessário ter completado oito semanas da aplicação da primeira dose, para poder tomar a segunda.