Guarda Civil Municipal de Mariana lança o Programa Patrulha Maria da Penha

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A "Patrulha Maria da Penha" busca junto ao Poder Judiciário obter acesso às informações de vítimas de violência doméstica.

O uso do botão inibe a o agressor e encoraja as mulheres voltarem às atividades rotineiras, como trabalhar ou mesmo sair à rua, O tribunal é pioneiro na implantação do equipamento formalmente chamado de Dispositivo de Segurança Preventiva. Por meio do botão, a polícia poderá localizar o conflito e acompanhar o diálogo, durante o trajeto, com gravação da conversa num raio de até cinco metros. O áudio poderá ser utilizado como prova judicial contra o agressor.

A Guarda Civil Municipal de Mariana lançou o Programa Patrulha Maria da Penha. Agora, vítimas de violência doméstica e agentes de segurança podem contar com o uso de um dispositivo eletrônico de GPS e monitoramento para casos assim. O dispositivo conhecido como botão do pânico tornou-se um aliado no combate à violência doméstica sofrida por mulheres. Quando acionado, em virtude de perigo iminente de agressão, o equipamento emite um alerta para que a vítima seja socorrida. O município de Mariana agora mantêm parcerias com governos municipais e estaduais para atendimento de segurança. O combate à violência doméstica é uma das preocupações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que desde 2007 estimula os tribunais a encontrarem formas de atendimento às vítimas.

Mulheres cadastradas pelo CREAS, e pela Guarda Civil Municipal, poderão ser amparadas diretamente e imediatamente pelas Secretarias de Defesa Social e de Desenvolvimento Social e Cidadania.

O dispositivo é de enorme importância para o município, para atuar no enfrentamento à violência contra a mulher, pois inibe o agressor e encoraja as mulheres voltarem às atividades rotineiras, como trabalhar ou mesmo sair à rua.            

O tribunal é pioneiro na implantação do equipamento formalmente chamado de Dispositivo de Segurança Preventiva. Por meio do botão, a polícia e guarda poderá localizar o conflito e acompanhar o diálogo, durante o trajeto, com gravação da conversa num raio de até cinco metros. O áudio poderá ser utilizado como prova judicial contra o agressor.

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