Racionamento de energia é motivo de discussão para minimizar prejuízos

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Governo de Minas e Cemig estudam ações a respeito dos níveis dos reservatórios em um cenário de crise hídrica.A região Sudeste do país apresenta baixo nível em seus reservatórios o que pode refletir em um aumento na conta de energia de consumidores de todo o país, impactando a inflação. Também podem gerar prejuízos sobre abastecimento, agricultura, pecuária e piscicultura das regiões dos entornos das represas. O governo de Minas Gerais garante que não há risco de racionamentos rígidos, como ocorreram no passado, ou falta de energia no momento, mas sabe que ações devem ser tomadas para minimizar os prejuízos possíveis em um cenário de crise hídrica. A administração estadual diz que já elabora um plano de enfrentamento da situação, com participação de todos os órgãos competentes, incluindo as secretarias de Meio Ambiente e Agricultura, Defesa Civil, Copasa, Cemig e o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam). Para a Cemig, é preciso equacionar os usos múltiplos da água dos reservatórios, especialmente nos entornos das usinas de Nova Ponte e Emborcação, ambas na região do Triângulo Mineiro. Elas estão com volumes em níveis considerados críticos, “tem diversos usos da água que dependem desses reservatórios, como captação para abastecimento humano, hidratação animal, irrigação e navegação. Temos que ter em mente que vamos ter que articular os usos da água para atravessar esse período em que vamos ter vazões muito baixas dos rios e dos reservatórios. Tem que ajustar tudo para essa condição excepcional”, afirma Ivan Sérgio Carneiro, gerente de Planejamento Energético da Cemig. Ou seja, para que os principais reservatórios da região Sudeste não fiquem sem volume útil – sem água suficiente para movimentar as turbinas da hidrelétrica–, será preciso ter ações pontuais nas regiões do entorno das represas. Importante lembrar que quem administra a distribuição de energia entre os Estados é o Sistema Interligado

A região Sudeste do país apresenta baixo nível em seus reservatórios o que pode refletir em um aumento na conta de energia de consumidores de todo o país, impactando a inflação. Também podem gerar prejuízos sobre abastecimento, agricultura, pecuária e piscicultura das regiões dos entornos das represas.

O governo de Minas Gerais garante que não há risco de racionamentos rígidos, como ocorreram no passado, ou falta de energia no momento, mas sabe que ações devem ser tomadas para minimizar os prejuízos possíveis em um cenário de crise hídrica.

A administração estadual diz que já elabora um plano de enfrentamento da situação, com participação de todos os órgãos competentes, incluindo as secretarias de Meio Ambiente e Agricultura, Defesa Civil, Copasa, Cemig e o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam). 

Para a Cemig, é preciso equacionar os usos múltiplos da água dos reservatórios, especialmente nos entornos das usinas de Nova Ponte e Emborcação, ambas na região do Triângulo Mineiro. Elas estão com volumes em níveis considerados críticos, “tem diversos usos da água que dependem desses reservatórios, como captação para abastecimento humano, hidratação animal, irrigação e navegação. Temos que ter em mente que vamos ter que articular os usos da água para atravessar esse período em que vamos ter vazões muito baixas dos rios e dos reservatórios. Tem que ajustar tudo para essa condição excepcional”, afirma Ivan Sérgio Carneiro, gerente de Planejamento Energético da Cemig.            

Ou seja, para que os principais reservatórios da região Sudeste não fiquem sem volume útil – sem água suficiente para movimentar as turbinas da hidrelétrica–, será preciso ter ações pontuais nas regiões do entorno das represas. Importante lembrar que quem administra a distribuição de energia entre os Estados é o Sistema Interligado.