Com déficit em vacinas, Brasil poderá chegar a 750 mil mortes até setembro

Share on whatsapp
WhatsApp
Share on telegram
Telegram
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on email
Email

Apenas um ritmo mais acelerado da imunização poderá evitar esse cenário e uma 3ª onda.

Um estudo feito pelo Instituto ParaMétricas de Saúde e Avaliação (IHME), da Universidade de Washington (EUA), aponta que, se o ritmo de vacinação no Brasil não melhorar, o país poderá chegar à marca de 751 mil mortes por Covid-19 até 27 de agosto.

No pior dos cenários, serão 973 mil óbitos relacionados à doença até setembro – a pesquisa simula três cenários, com variantes como número de imunizados e medidas de prevenção como o uso de máscaras. Para evitar mortes e uma terceira onda no país, especialistas defendem mais agilidade na vacinação dos brasileiros.

“Todos os estudos que a gente tem observado mostram uma redução drástica de mortalidade e internação em mais de 90%. Claro que, nesse ritmo de vacinação, a gente está perdendo vidas desnecessárias”, afirma Unaí Tupinambás, infectologista e professor da Faculdade de Medicina da UFMG.

A concretização ou não da terceira onda vai depender também do ritmo da vacinação, o Brasil aplicou 53,6 milhões de doses, segundo dados do Vacinômetro do Ministério da Saúde. Desse total, 36.377.591 pessoas receberam a primeira dose (17,17% da população), e 17.270.701 (8,15%), a segunda. “