Cemig apoia empoderamento feminino através de programa voluntário

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Projeto Mulher Empreendedora colabora para aumentar a renda de moradoras de comunidades

Desenvolver o espírito empreendedor de mulheres socialmente vulneráveis, colaborando com a autoestima de cada participante. Essa é a finalidade do projeto “Mulher Empreendedora”, realizado pelo Programa Você – Voluntariado Cemig. Trata-se de uma iniciativa que apoia o empoderamento feminino e auxilia mulheres a gerar recursos para que possam contribuir com a renda familiar e investir no futuro, melhorando assim o bem-estar familiar e social. As aulas do projeto – ministradas por empregados da Cemig que atuam de maneira voluntária – têm início na próxima segunda-feira (26). No decorrer do ano, outras turmas serão formadas. 

De acordo com o gerente de Sustentabilidade Empresarial da Cemig, Adiéliton Galvão Freitas, a iniciativa foi pensada para capacitar e promover a troca de conhecimento entre mulheres que desejam empreender. “O Mulher Empreendedora contribui com a inclusão social dessas mulheres e suas famílias”, acredita. 

O projeto Mulher Empreendedora na Cemig  teve início no ano de 2018. Desde então, já são mais de 120 mulheres formadas pelo curso. Por meio do Mulher Empreendedora, o Programa de Voluntariado da Cemig já trabalhou com o incentivo ao empreendedorismo feminino de forma presencial nos municípios de Belo Horizonte, Montes Claros, Varginha, Uberaba e Juiz de Fora. A novidade desta edição fica por conta do novo formato dos encontros, que serão realizados a distância.

Levando em consideração o atual cenário com o aumento do desemprego provocado pela pandemia, o Programa Você lança esta edição do projeto Mulher Empreendedora com encontros ministrados de forma online, respeitando o isolamento social. A turma inicial é formada por moradoras de comunidades de Belo Horizonte. Ao longo do ano, serão cinco turmas, cada uma com vagas para 30 mulheres. “Ou seja, em 2021 a previsão é beneficiar 150 mulheres em situação de vulnerabilidade social”, comenta Adiéliton. De acordo com o gerente, o formato online terá maior capacidade e permitirá que a iniciativa alcance mulheres de outras cidades mineiras. “Desta forma, além de respeitar o isolamento social, conseguiremos atingir um público maior, agregando mais voluntárias e capacitando mais mulheres”, completa.