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Capitã fala das tentativas de homicídios causadas por brigas de relacionamentos

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A Capitã da Polícia Militar, Marta Guido, também fala sobre outros homicídios e imunização contra a covid-19.

Nos últimos dias a quantidade de tentativas de homicídios, vem assustando moradores da Primaz de Minas, pensando nisso, o Jornal e TV Ponto Final trouxe em sua redação a Capitã Marta Guido, que atua na cidade há mais de vinte anos, para alguns esclarecimentos à população. Marta falou sobre sua experiência na Polícia Militar e a oportunidade de voltar a comandar a cidade. “Tenho 33 anos de Polícia Militar e essa experiência em Mariana é muito gratificante, fui contemplada em poder voltar a comandar a cidade que eu moro que me acolheu tão bem há mais de vinte anos atrás” pontuou.

Perguntada pelo apresentador do Jornal e TV Ponto Final, Rômulo Passos, sobre o quadro atual em que vivemos diante da pandemia, a Capitã explicou que “a Polícia Militar esteve presente desde o primeiro dia até hoje lidando com essa nova situação para todo mundo e também para a segurança pública. Aqui em Mariana, graças a Deus, nós tivemos policiais militares que já passaram pelo covid mas sem gravidade. Em Diogo de Vasconcelos, que também é minha responsabilidade, tivemos um caso de internação mas que já está recuperado”.

Sobre a vacinação, Marta Guido disse que “foi decidido que as forças de seguranças seriam contempladas com a imunização. Na semana passada começamos a imunizar aqui em Mariana a Polícia Militar, Polícia Civil, Guardas Municipais, Agentes e Bombeiros. Eu até agradeço aqui o secretário de saúde e a Ana Paula”, explicou Marta.

Sobre os homicídios ocorridos na cidade nos últimos dias, a Capitã relata que ocorrências foram em contextos diferentes e fala sobre homicídio ocorrido no bairro Cabanas no último domingo (18). “Tivemos nos últimos quinze dias, ocorrências de homicídios tentados. Foram duas tentativas, uma no Rosário e uma no bairro Cabanas. Foram situações que envolveram questões de relacionamentos entre homens e mulheres e mais duas tentativas de homicídio em contextos totalmente diferentes. O homicídio de domingo (18), a autora que já era vítima de violência doméstica, inclusive a vítima tinha um mandado de prisão em aberto por descumprimento de medida protetiva e nessa sequência de acontecimentos, foi até a casa da autora, invadiu a casa dela, teve agressão e ao sair, já na rua, ela então efetuou o disparo com a arma de fogo. Até o ocorrido a Polícia Militar age, após já é a Polícia Civil”, finalizou.